sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Estocolmo




É como se as pessoas tivessem um tipo diferente de Síndrome de Estocolmo
Quanto maior a pressão o medo e a dificuldade mais afeto se cria.
E não é preciso ir muito longe para perceber o lógico, o “ser humano” gosta e cria laços, muitas vezes possessivos com o que lhe dá trabalho,com o que não se molda a ele,e até mesmo com o que lhe faz mal. Fato!
Bom é ai que vemos o quanto a natureza é tentadora, o motivo da grama do vizinho ser sempre mais verde.
E se a grama é nossa e estiver linda, verdinha e bem cortada deixamos de dar atenção pra ela, mais se ela estiver seca mal cuidada e cheia de entulho lá vamos nós dedicar preciosos minutos do nosso tempo para que ela fique perfeita...
É simples assim, o ser humano nunca dá valor ao que é certinho o que esta moldado, preferi o errado àquilo que precisa ser concertado dia após dia.
E mesmo que esteja na melhor condição possivel,sendo pessoa ou objeto sempre vai ter alguma coisa que pode ser mudada ou concertada ( vivemos em função disso, adaptar tudo).
Somos como uma merda de formigueiro,formigas
incansáveis e parasitas.
Ou talvez seja o maior dom dos homens "Vivemos,criamos e moldamos metamorficamente tudo a nossa volta" .
Resumindo: Se não houvesse defeitos,perturbações,algo a ser mudado nenhum de nós, nos relacionaríamos estavelmente com pessoa nenhuma, seria rotineiro, cansativo demais.




Karol


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